Os desafios no combate à ansiedade na sociedade contemporânea
Enviada em 25/07/2020
Na obra “Utopia”, do autor inglês Thomas More, é descrita uma sociedade ideal na qual o corpo social padroniza-se pela falta de obstáculos. Porém, o que se observa é o oposto da supradita, já que “os desafios no combate à ansiedade na sociedade contemporânea” exibem barreiras que impedem a realização dos planos de More. Essa visão contrária é fruto, tanto dos mitos criados pela comunidade quanto, do descaso do governo.
A priori, é inegável salientar os mitos criados pela comunidade como agente do problema. De acordo com o jornalista Paulo Francis, a ignorância é a maior multinacional do mundo. Ou seja, por mais que se tenham muitas pessoas com ansiedade no Brasil, 9,3% (18,6 milhões de pessoas) segundo a Organização Mundial da Saúde, percebe-se um grande receio da população no uso de medicamentos. Haja vista, foram criados mitos acerca do assunto pelo que foi visto há 30 anos atrás, entretanto, nessa época usava-se instrumentos impróprios para combater tal problema. Tudo isso apresentado à resolução do problema, já que essa atitude ajuda para a duração desse cenário prejudicial.
Ademais, é crucial pontuar qua o descaso do governo procede da baixa atuação dos setores estatais no que pertence à criação de aparatos que coíbam tais incidências. Segundo o pensador Thomas Hobbes, o Estado é encarregado de assegurar o bem-estar da população, todavia tal fato não ocorre no Brasil. Então, devido à falta de ação das autoridades, o descaso do governo traz sérias consequências, isto é, em não fornecer um atendimento adequado à pessoas que passam por esse transtorno de ansiedade, principalmente, em um momento de quarentena na qual o corpo social se encontra. Desse modo, faz-se mister a reconstrução dessa postura do governo imediatamente.
Assim, medidas viáveis são essenciais para conter o avanço da problemática no Brasil. Portanto, para reduzir os desafios no combate à ansiedade na sociedade contemporânea, precisa-se que o Tribunal de Contas da União encaminhe capital. Este, por sua vez, será revertido pelo governo, organização responsável pela gestão do Estado, na criação de programas, mediante votação dos deputados na câmara. Logo, serão promovidas campanhas conscientizando a população da importância do uso de medicamentos e desmistificando essas histórias que distorcem a funcionalidade dos remédios contra a ansiedade. Dessa maneira, atentar-se-á aos impactos danosos da questão do combate a ansiedade e a comunidade alcançará o sonho de More.