Os desafios no combate à ansiedade na sociedade contemporânea

Enviada em 26/07/2020

Com o início da Terceira Revolução Industrial, em meados do século XX, a tecnologia informacional começou a se implementar na vida das pessoas ao redor do mundo, resultando em diversas consequências para os portadores desses aparelhos. Diante dessa perspectiva, cabe avaliar que os vícios tecnológico oriundos dessa revolução, somados aos problemas sociais que o povo brasileiro enfrenta, como a violência, a crise econômica, o desemprego e a corrupção, acarretaram em problemas mentais como a ansiedade.

Segundo a OMS, o Brasil é o país que tem o maior número de pessoas ansiosas no mundo: 18,6 milhões de brasileiros (9,3% da população) convivem com esse transtorno. Além disso, o uso precoce dos aparelhos eletrônicos também podem desencadear ansiedade nas crianças, uma vez que está sendo normalizado o uso dos mesmos para distraí-las ou evitar que chorem.

Faz-se mister ressaltar que com o isolamento social causado pelo Covid19, o controle da ansiedade se torna um obstáculo maior para os portadores. Embora os métodos para inibi-la se tornaram mais restritos, ainda é possível contê-la por meio da meditação, boa alimentação, atividades físicas, medicamentos e uma rotina tranquila e livre de estresses. Ou seja, a educação e a tecnologia também permitiram o ser humano desenvolver meios para conviver com esses problemas. Prova disso, cita-se a frase do Padre Antônio Vieira: “A boa educação é moeda de ouro. Em toda parte tem valor”.

Conforme o exposto, infere-se a necessidade de o Governo e da mídia, pelos meios de comunicação, compartilhar informações a respeito da ansiedade e das medidas a serem tomadas quando alguém está passando por uma crise. Além disso, o Ministério da Educação envolverá alguns profissionais na realização de palestras e apresentações nas escolas. A partir dessas ações, espera-se que o combate à ansiedade seja mais eficaz e compreendido por todos, diminuindo a sua presença futuramente.