Os desafios no combate à ansiedade na sociedade contemporânea
Enviada em 02/11/2020
Com a Revolução Tecno-Científica, houve o aumento da comunicação entre os indivíduos e, consequentemente, a facilitação para obtenção de informações. Posto em análise as questões que englobam essa problemática, é evidente que a era digital tornou-se um meio que exerce pressão social, impondo padrões e maneiras de pensar, acarretando, com isso, o surgimento de uma busca incessante pela “perfeição” e, consequentemente, frustações, que levam ao desenvolvimento de transtornos de ansiedade e identidade.
É indubitável que questões sociais, políticas e econômicas podem ter impactos negativos sob a saúde mental das pessoas. Nesse contexto, é importante enfatizar que a ansiedade é uma das principais doenças do mundo contemporâneo, tendo em vista a grande pressão imposta pelos meios de comunicação do modo de vida das pessoas. É válido analisar que de acordo com dados da OMS, o Brasil é o país com maior números de pessoas que sofrem com ansiedade, cerca de 9% da população.
Ademais, é apropriado salientar que segundo Albert Einsten, se os indivíduos não mudarem sua maneira de pensar, não serão capazes de resolverem problemas causados por eles mesmos. Dessa forma, é de suma importância a conscientização sobre os transtornos de ansiedade e como ele afeta a qualidade de vida das pessoas. Além disso, é relevante ressaltar a necessidade da desconstrução do estereótipo vinculado as várias áreas sociais, tendo em vista, a diminuição de pressões da sociedade sobre a maneira de vida dos indivíduos.
Portanto, é notória a problemática da ansiedade na sociedade contemporânea. Logo, vê-se necessário que o Ministério da Saúde crie campanhas que explicite sobre como ocorre os transtornos e conscientize a população das formas de tratamento. Além do mais, o Ministério da Saúde, juntamente com o Ministério da Cidadania, devem criar meios especializados de atendimento para pessoas que sofrem com esse tipo de transtorno, oferecendo profissionais, medicamentos e atividades que auxiliem no controle, como leitura, exercício físico e meditação. Com isso, objetiva-se melhorias nas qualidade de vida das pessoas, além de oferecer apoio àqueles que sofrem com ansiedade.