Os desafios no combate à ansiedade na sociedade contemporânea

Enviada em 28/07/2020

A ansiedade está vinculada há muito tempo nos seres humanos. Como um exemplo, a geração do romantismo, no século XIX. Com a predominância do pessimismo e da depressão derivada de aspectos ansioso, na maio parte do casos, eles tiravam suas próprias vidas. Na sociedade atual não é diferente, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), 15% dos depressivos cometem suicídio.

Nesse modo, com aumento exorbitante dos numerosos casos de ansiosos (diz a Universidade Federal de São Paulo que, um terço da população brasileira apresentam sintomas de ansiedade), ainda há uma irresponsável ausência da preocupação e execução de projetos sociais do Ministério da Saúde e de suas respectivas secretarias municipais. Assim, torna-se crescente e dificultoso o combate a esse “mal-estar” da sociedade.

Contudo, a parte educacional também está comprometida. A educação no Brasil é um fator defasado, com retardo na didática. A falta de conhecimento e monitoramento com os alunos sobre o assunto finaliza-se com ignorância e pressão contra quem sofre por causa da ansiedade, pois trará dificuldades para reconhecer que não é algo saudável e que é fundamental a ajuda de um profissional da psicologia e de familiares.

Em suma, o Ministério da Saúde juntamente com escola e UBSs (Unidade Básica de Saúde) devem ressaltar a importância de uma sanidade mental por meio de palestras em ambos os âmbitos com psiquiatras e psicólogos alertando e direcionando o extremo cuidado e delicadeza com sintomas relacionados à ansiedade e, consequentemente, a depressão. Como também, aumento de empregados especializados em saúde mental na rede SUS (Sistema Único de Saúde), com propósito de, maior acesso para quem possui esse transtorno e tratamento acessível. Assim, indubitavelmente, a diminuição dos casos será garantida, e, o combate terá  sua eficácia.