Os desafios no combate à ansiedade na sociedade contemporânea

Enviada em 06/08/2020

No contexto atual da pandemia do corona vírus, cresce cada vez mais o índice de ansiedade no mundo, sobretudo, no Brasil, tendo em vista a instabilidade no âmbito da saúde, crise econômica, crescimento do desemprego, bem como do número de mortes. Com base nisso, percebe-se como nocivos os efeitos desse fator, portanto, tal conjuntura se ratifica como preocupante nos últimos anos. Desse modo, faz-se necessária a atenuação desse impasse.

É fundamental pontuar, de início, que a ansiedade tem sido objeto de estudo científico na sociedade, conquanto, percebe-se diversos desafios no combate dessa doença. Ademais, segundo a OMS, esse transtorno é considerado como epidemia no Brasil, alcançando aproximadamente 10% da população brasileira. Contudo, o uso demasiado de remédios pode ocasionar à dependência, ademais, seus efeitos colaterais são prejudiciais para outras funcionalidades do organismo, afetando de modo geral a saúde das pessoas. Todavia, é imprescindível a minimização dessa problemática no tecido social.

Sob esse viés, a ansiedade é causada por alterações hormonais, sobretudo, do hormônio beta-endorfina, responsável pelo bom humor e autoestima, quando desregulado pode estar ocasionalmente ligado a doenças psicológicas. De modo geral, os EUA, Austrália e Brasil são os países mais afetados pelo transtorno de ansiedade, portanto, influenciado por vários fatores, tais como: violência, baixa expectativa de vida, desemprego, entre outros, acentuando para a problematização dessa conjuntura. Logo, é indubitável a mitigação desse emblema para o bem-estar de todos.

Diante desse exposto, cabe a OMS o papel de deliberar acerca dessa situação por meio de disponibilização de verbas para contratar psicólogos e psiquiatras no SUS, com efeito de tornar acessível o tratamento de doenças psicológicas. Ademais, disponibilizar nas farmácias dos centros de reabilitação os medicamentos para os métodos terapêuticos. Dessa forma, poder-se-á minimizar os desafios no combate dessa epidemia.