Os desafios no combate à ansiedade na sociedade contemporânea
Enviada em 10/08/2020
O Brasil é um dos países que enfrenta grandes adversidades sociais, e estes ao longo do tempo vêm se alastrando em todas as classes, gerando vários problemas de saúde, tanto para mente, quanto para o corpo. A população brasileira vive em um ambiente totalmente infesto e propenso aos danos relacionados à saúde. E a omissão, de integrações de políticas públicas, por exemplo, uma das alternativas pela qual a população precisa para ter o mínimo requisitado nos direitos humanos. A priori, esse cenário é demonstrado no dia a dia de trabalho da população brasileira, seja por meio da ausência de gestão pública adequada, a qual afeta precisamente os brasileiros, como: estado precário dos transportes públicos, segurança inapta, posto de saúde sem a mínima estrutura funcional para atender de forma conveniente as pessoas, seja por parte da própria população que não possui treinamento adequado para lhe oferecer em tal situação. A posteriori, o colapso emocional e psicossomático provindo na maioria das vezes de condições de estresses e ambientes de convívio inadequado gera imensuráveis casos de ansiedade nas pessoas. Apesar disso, muitas pessoas buscam tratamento correto para esses tipos de transtornos movidos por condições externas, a generalidade não tem essa mesma visão, ora por falta de condições financeiras, ora por falta de compreensão sobre esta doença em particular pode causar. A respeito disso, a Organização Mundial da Saúde (OMS), mostra que, em junho de 2019, mais de 9% da população sofre de algum transtorno relacionado com a ansiedade, fator inquietante, a qual necessita ser revisto por parte das autoridades competentes. Em suma, relevando-se aos fatos apresentados, com o intuito de modificar essa situação, um plano piloto para amenizar ou erradicar tal circunstância tão hermética é estabelecer melhores condições ao povo brasileiro, através de medidas suplementares, como melhores condições de vida sociais, por meio de políticas públicas, objetivando o conhecimento a respeito do assunto. Acerca disso, recursos e uma nova configuração são notoriamente atingíveis, só basta um pouco de interesse do Governo em cooperação com órgãos público e privado de saúde para que os resultados sejam relevantes aos direitos humanos.