Os desafios no combate à ansiedade na sociedade contemporânea

Enviada em 11/08/2020

O dramaturgo irlandês George Bernard Shaw afirma que a ansiedade e o medo envenenam o corpo e o espírito. Nesse sentido, ao analisar-se à ansiedade na sociedade contemporânea, muitos indivíduos encontram-se envenenados espiritual, física e mentalmente por falta de políticas públicas para o enfrentamento do problema e o preconceito social contra pessoas consideradas ansiosas (sentimentos, ações exageradas, trazendo certas consequências). Diante disso, faz-se necessário discutir-se os desafios no combate à ansiedade na sociedade contemporânea.

A princípio, pode-se citar a falta de investimento nas políticas públicas, de acordo com uma pesquisa realizada pela ONU (Organizações das Nações Unidas) estima-se que países de renda baixa e média, os gastos governamentais com saúde mental são inferiores a um dólar per capita. Nos países pobres, o número de trabalhadores da região é considerado insuficiente: dois profissionais por cem mil habitantes. Em países de alta renda, este indicador chega a mais de setenta por cem mil habitantes, e o investimento per capita ultrapassa oitenta dólares. Desse modo, vê-se que é de extrema urgência uma colocação das autoridades para evitar a expansão da doença.

Ademais, cabe citar o descaso contra a doença e portadores da mesma. Nesse contexto pode-se analisar a frase do físico Albert Einstein “Triste época! É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito” relacionando-se com a dificuldade no combate do preconceito já cravado na sociedade o que leva a população a tratar a doença com certo desprezo, tornando extremamente necessário o conhecimento prévio da mesma para a desmitificação de “opiniões” e conceitos errados sobre a temida ansiedade.

Em suma, deduz-se que ações sejam realizadas para resolver a desventura. Posto isso, o Governo Federal, como instância máxima da administração executiva, deve atuar em favor da população, por meio de uma Lei a fim de inibir a ansiedade e evitar que ela se desenvolva mais entre a população do país. Outrossim, a sociedade, como conjunto de indivíduos que partilham os mesmos princípios culturais e sociais, deve atuar em conjunto, por intermédio de conhecimento amplo da doença, para que haja diminuição no número dos casos de diagnósticos da ansiedade e conseguinte evitar a morte de milhões de pessoas, com o proposito de inibir a proliferação do desenvolvimento da ansiedade na sociedade contemporanea.