Os desafios no combate à ansiedade na sociedade contemporânea
Enviada em 17/08/2020
Quando se fala em ansiedade o que se sabe é que o Brasil tem maior número de pessoas que sofrem dessa doença, que muitas vezes, por medo de se tratarem com remédios e ficarem dependentes, não vão ao medico adequado. Ansiedade geralmente é caracterizada como “frescura” ou “drama”, o que na maioria dos casos acaba levando a doenças mais graves como depressão ou crise de pânico, que podem resultar em finais trágicos, por falta de preocupação e importância em doenças preocupantes iguais a essas.
Pode-se dizer que uma boa parte dos casos de ansiedade levam a depressão, em alguns casos o devido acompanhamento psicológico deve ser todos os dias o que leva a algumas pessoas a necessidade de ser internadas para evitar piores condições psicológicas e físicas. Deve-se preocupar quando uma pessoa tem mudanças como no apetite, no sono, sempre estar cansado, pensamentos acelerados, perda de memória, angústia, choro, inquietude, tristeza, entre outros.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 800 mil pessoas acabam com suas vidas todos os anos no mundo , o que equivale a uma morte a cada 40 segundos, a maioria jovens ( com renda baixa, media e alta) de 15 a 29 anos, mas ainda sim é uma doença muito ignorada pela sociedade. Não se deve generalizar apenas 1 mês do ano para fazer uma campanha sobre “Prevenção de suicídio” para algo que acontece ao decorrer do ano inteiro e pelo mundo todo.
Portanto, as ONGS devem produzir mais campanhas por meio de redes sociais e cartazes nas ruas, na expectativa de diminuir os casos de pessoas que passam por problemas como esse, assim como o governo deve proporcionar mais instituições que sirvam em escolas e faculdades para que todos possam ter desde sempre o devido apoio emocional e com especialistas adequados para evitar esses tipos de acontecimentos.