Os desafios no combate à ansiedade na sociedade contemporânea

Enviada em 19/08/2020

Desde o Iluminismo entende-se que uma sociedade só progride quando um se mobiliza com o problema do outro. No entanto, quando se observa o desafio do combate à ansiedade, no Brasil, hodiernamente, verifica-se que esse ato iluminista é constatado na teoria e não desejavelmente na prática. Assim, a problemática persiste intrinsecamente ligada a realidade do país, seja pela grande onde de desemprego, seja pelo isolamento social no país.

Ademais, é indubitável que a questão constitucional e a sua aplicação esteja entre as causas do problema. Segundo o filósofo grego Aristóteles, a política deve ser utilizada de modo que, por meio de justiça, o equilíbrio seja alcançado na sociedade. De maneira análoga, é possível perceber que, no Brasil, a falta de empregos rompe essa harmonia, haja vista que, de acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), o país tem o maior número de pessoas ansiosas do mundo, 18,6 milhões de brasileiros convivem com o transtorno, com isso, percebe-se que muitos desse cidadãos passam por isso pela alta procura de trabalho em meio a uma crise econômica no país.

Outrossim, destaca-se o isolamento no país como impulsionador do problema. Desde maio, o Brasil sobre com o isolamento social, não podendo sair, muitos acabam sofrendo de ansiedade e de depressão. De acordo com Drukheim, o fato social é uma maneira de agir e de pensar, dotada de exterioridade, generalidade e coercitividade. Segundo essa linha de pensamento, observa-se que, com a grande pandemia causada pelo novo vírus fez com que, além do isolamento, muitos perdessem empregos e estudos, causando um grande desespero em todos. Uma grande quantidade de pessoas entraram em crise, juntos com o próprio governo, tendo em vista que, além da grande crise, o número de pessoas diagnosticadas com a doença aumentaram.

É evidente, portanto, que ainda a entraves para garantir a solidificação de políticas que visem a construção de um país melhor. Destarte, as Prefeituras das cidades devem criar meios de distrações EAD para pessoas diagnosticadas com essa inquietude, com brincadeiras, jogos e gincanas, tudo isso, de forma gratuita para todo o público alvo. Logo, o MEC (Ministério da Educação) deve instituir, nas escolas e faculdades, palestras ministradas por médicos e psicólogos, que discutam a importância do tratamento para ansiedade, a fim de que o tecido social se desprenda de certos tabus para não viva na realidade das sombras e que possa assim, haver uma sociedade melhor.