Os desafios no combate à ansiedade na sociedade contemporânea

Enviada em 20/08/2020

A ansiedade como muitos pensam não é um bicho de sete cabeças, a ansiedade é uma emoção como todas as outras, ela como tudo, só é boa na dosagem certa,  é ela que aos poucos vem para alertar sobre provas, trabalhos, coisas importantes, etc; ela só é ruim e prejudicial  quando vem em excesso quando acaba acarretando diariamente suas funções e ações do dia a dia.

Constantemente, o número de pessoas ansiosas aumenta por não entender ou serem mais ignorantes no assunto, pois pensam que o problema é besteira ou irrelevante. Há também a parcela dos que tem medo, por conta de boatos, como ficar viciado, débil e engordar. “Você sabe que chegou ao cúmulo da ansiedade quando fica ansiosa até para a ansiedade passar.” - a frase de Tati Bernardi, que retrata com clareza outro cenário, no qual ao iniciarem o tratamento, ficam ainda mais ansiosos pela cura eminente. Por esses e outras situações, o número de ansiosos no pais se eleva.

Com tudo, o grande número de pessoas ansiosas sem tratamento impede que a ocorrência da doença caia no pais, levando ao desequilíbrio emocional da população. Além disso, a falta de conhecimento da sociedade para lidar com os transtornos mentais evidencia-se como um fator dificultador, visto que as causas do problema ainda são alvo de estereótipos sociais constantemente associados à ausência de crença religiosa.

Em virtude dos fatos mencionados, é necessário um posicionamento do ministério da educação, já que ansiedade também é uma doença que deve ser tratada corretamente, mas o mais importante, é o acompanhamento com um psicologo, para desenvolvimento emocional, e/ou surgimento novas crises por conta dos remédios, além do psiquiatras para encaminhar os remédios, ou possíveis alterações no tratamento.