Os desafios no combate à ansiedade na sociedade contemporânea
Enviada em 11/09/2020
Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos cidadãos o direito à saúde e o bem-estar. Contrariamente, no Brasil, as pessoas que sofrem de ansiedade não encontram esse apoio no combate à doença, assim, não desfrutando desse direto universal. Diante dessa perspectiva, observa-se a consolidação de um grave problema em virtude da falta de ações governamentais e o individualismo social.
Em primeiro plano, é válido ressaltar o descaso do governo presente na questão. Isso porque, de acordo com o filósofo e matemático Aristóteles, a principal função da política é garantir a qualidade de vida de uma sociedade. Sendo assim, é notório a inexistencia de campanhas, ou ações no combate à ansiedade. Com isso, é fato que dificulta ainda mais a resolução do problema, pois sem medidas eficientes, tal problemática não terá solução.
Além disso, o individualismo da população também configura-se como um entrave na resolução da ansiedade. Acerca disso, destaca-se a obra “Modernidade Líquida” na qual Zygmunt Bauman defende que a pós-modernidade é fortemente influenciada pelo individualismo. Nesse viés, entende-se que a população tem cada vez menos empatia pelo próximo, pensando mais em si mesma, dificultando a resolução da ansiedade já que essa minoria não encontra apoio populacional.
Portanto, medidas são necessárias para resolução da problemática. Para tanto, o Mistério da saúde deve criar o projeto “Combate à Ansiedade’’ por meio de um documento entregue à câmara dos deputados. Tal projeto deverá ser ministrada por psicólogos e publicitários que farão campanhas na televisão, em horário nobre, sobre a importância da empatia populacional na questão da ansiedade, além de promover ajuda a quem tem ansiedade por meio de sites na internet. Espera-se, assim, acabar com os desafios do combate à ansiedade na sociedade contemporânea.