Os desafios no combate à ansiedade na sociedade contemporânea

Enviada em 01/10/2020

Ulysses Guimarães promulgou a carta magna e estabeleceu que a saúde e o bem estar social deveriam ser garantido a todos. Porém, a sociedade atual está desprovida de saúde mental. As causas advém dos conflitos familiares aliados ao exagero no trabalho, os quais são influenciadores nos problemas mentais.

A princípio, vale ressaltar que a ausência de saúde mental está relacionada com montante de informações negativas diariamente. Certamente, a falta de diálogo em lares conturbados e intrigas constantes, prejudicam abundantemente a sanidade mental do sujeito. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, 9% da população sofre de algum transtorno de ansiedade, a pessoa se encontra sujeita a vários problemas, como a falta de ar, taquicardia e irritabilidade.

Da mesma forma, a pressão psicológica no trabalho em busca de bater metas e bons resultados imediatos fomentam gradativamente para o aumento da ansiedade. De acordo com a Consolidação das Leis do trabalho, a jornada de trabalho mais comum para os trabalhadores das empresas é a de 8 horas diárias, ou seja, 44 horas semanais. Entretanto, na prática muitas empresas não cumprem e acabam cobrando horas extras, em busca de finalizar projetos e ter produtividade. Por consequência, trabalhadores ficam sujeitos ao estresse e a exaustão que influenciam o desenvolvimento da ansiedade.

Portanto, visto o aumento da ansiedade, o governo deve garantir a qualidade de vida e bem estar da sociedade. Logo, o governo deve apresentar propagandas nas mídias, por meio de novelas e redes sociais para incentivar a comunicação e interação de familiares, com o intuito de minimizar os conflitos nos lares. O governo deve, também, aplicar palestras nas empresas, com auxílio de psicólogos para alertar funcionários sobre o regulamento da Consolidação das Leis do Trabalho e realizar metas de forma equilibrada. Finalmente, a maioria terá qualidade de vida e saúde mental. Por conseguinte, combater a ansiedade.