Os desafios no combate à ansiedade na sociedade contemporânea

Enviada em 21/10/2020

A partir da segunda metade do século 19, muitas pessoas começaram a estudar a ansiedade, um transtorno da saúde mental por consequência de inseguranças excessivas, crise econômica, estresse,  medo, preocupações internas de um  homem moderno. Ocorrendo crises, elevação da frequência cardíaca, respiração rápida, sensação de cansaço e sudorese.

Em vista deste distúrbio, existem muitas maneiras de tratar como TCC ( Terapia  Cognitivo Comportamental ), TEPT ( Transtorno de Estresse Pós Traumático ), medicamentos tradicionais para ansiedade (geralmente usados ​​para uso de curto prazo) e antidepressivos (geralmente usados ​​como soluções para ansiedade de longo prazo). Esses medicamentos podem fornecer um alívio temporário, mas têm efeitos colaterais podendo ser substituídos ás vezes por Fitoterápicos, feito a base de planta e que não tem tanto efeito colateral.

De acordo com a OMS ( Organização Mundial Da Saúde ), o Brasil tem a maior proporção de pessoas com transtornos de ansiedade do mundo e ocupa o quinto lugar com casos de depressão, revelando que apenas 10% dos recursos são destinados para a área da saúde mental em unidades básicas. Esta informação comprova uma situação perversa, provando que o governo é ineficiente na solução destes problemas, tendo consequências nefastas para a vida de milhões de brasileiros. Além disso, é eficaz verificar se os estereótipos sociais são outro fator que afeta a frustração das pessoas.

Portanto, percebe-se que as autoridades precisam, com urgência, se posicionar na resolução desse impasse, a fim de evitar a propagação dessa doença. O governo deve tomar medidas eficazes para conter os efeitos nocivos da ansiedade no Brasil. Ademais, é necessário também divulgar em escolas, rádios, programas de televisão tudo sobre o transtorno, a fim de conscientizar a população sobre algo que não devia ser um tabu.