Os desafios no combate à ansiedade na sociedade contemporânea

Enviada em 22/10/2020

Na nossa sociedade como um todo podemos notar a alta taxa de pessoas com ansiedade que vem crescendo a cada instante. Ansiedade se caracteriza por excesso de futuro, ou seja, o indivíduo possui um foco naquilo que ainda vai acontecer e acaba se esquecendo de viver o presente. Atualmente, essa nova situação da pandemia do corona vírus trouxe preocupações extras em relação a todas as questões de nossa vida, que vão desde a área da saúde até o trabalho. Esse fato faz com que obtemos decadência no nosso desenvolvimento, tanto físico, quanto, principalmente, emocional.

O controle da ansiedade deve-se por terapias com especialistas, atividades que trabalham os neurônios cerebrais, que trazem sensação de prazer, que exercitam o físico, além do mais utilizado, que é o tratamento por medicamentos. Pessoas com esse tipo de doença mental preferem o último recurso por trazer resultados mais rápidos e notáveis, porém nada em excesso faz bem, e o uso desses remédios causam efeitos colaterais, dentre eles a obesidade.

Não é novidade para ninguém o estrago que o COVID-19 trouxe a toda população no ano de 2020. Isso gerou muita preocupação com o trabalho, escola, saúde, alimentação, entre outros, onde a principal área afetada foi a emocional. A maior parte das pessoas desenvolveram a ansiedade nesse período, prejudicando seu desempenho na vida cotidiana, que afeta todas as coisas ao nosso redor. Mas o tempo não parou e tivemos que nos adaptar a essa nova condição, fazendo com que só piorasse a condição da saúde mental de cada um.

No filme ParaNorman fala de uma criança que consegue ver os fantasmas das pessoas mortas, e que todo ano numa mesma data, os mortos “reviviam” e atacavam a cidade. Então o menino descobre que tudo aquilo era causado por um fantasma de uma menina que tinha problemas emocionais graves e só precisava desabafar com alguém. Às vezes os desafios no combate à ansiedade na sociedade contemporânea se tornam mais fáceis quando decidimos prestar mais atenção ao problema para resolve-lo, ao invés de querer diagnosticar alguém somente para ter um “nome” aquela determinada situação.