Os desafios no combate à ansiedade na sociedade contemporânea
Enviada em 29/10/2020
Ulysses Guimarães promulgou a carta magna e estabeleceu que a saúde e bem-estar social deveriam ser garantido a todos. Porém, a sociedade atual está distante desse contexto. Visto que a ausência de saúde mental advém dos conflitos familiares e o exagero no trabalho, os quais são influenciadores dos problemas mentais.
A princípio, segundo dados da Organização Mundial da Saúde, 9% da população sofre de algum transtorno mental. A origem desses transtornos está ligada a informações negativas diariamente, principalmente nos lares. Vale ressaltar que a falta de diálogo e brigas frequentes nos lares facilitam a manifestação de problemas mentais, destacando-se, a ansiedade. Logo, por falta de compreensão no lar e falta de apoio dos pais, o indivíduo se isola e entra em conflitos emocionais fomentando gradativamente para o desenvolvimento da ansiedade.
Da mesma forma, a pressão psicológica no trabalho em busca de bater metas e bons resultados imediatos colabora para o risco da ansiedade. De acordo com a Consolidação das Leis do trabalho, a jornada de trabalho mais comum para os trabalhadores das empresas é a de 8 horas diárias, ou seja, 44 horas semanais. Entretanto, na prática muitas empresas não cumprem e acabam cobrando horas extras. Além disso, a tecnologia ampliou essa carga do trabalhador de forma imperceptível, uma vez que o trabalhador se acha na obrigação de trabalhar fora do horário por meio da internet.
Portanto, visto o aumento da ansiedade, o governo deve garantir a qualidade de vida social. Logo, o governo deve apresentar propagandas na mídias, por meio de novelas e redes sociais para alertar a população sobre a ansiedade e seus perigos e conscientizar famílias a ter um bom convívio. O governo deve, também, aplicar palestras nas empresas, com auxílio de psicólogos para alertar funcionários sobre trabalhar de forma equilibrada e conscientizar sobre os riscos do cansaço mental. Por fim, preservar a saúde mental da maioria.