Os desafios no combate à ansiedade na sociedade contemporânea

Enviada em 12/11/2020

Proclamada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos, diz que todos têm direto à saúde e ao bem-estar social. Entretanto, conflitos que afetam intrinsecamente uma parte da população brasileira ainda são persistentes, à media que não usufruem dessa vantagem. Sendo assim, a procrastinação da sociedade a respeito do tratamento preventivo contra a ansiedade, sob a sombra da negligência governamental gera caos no país.

Em primeiro lugar, cabe abordar a falta de importância da massa quando se trata de ansiedade. De acordo com a pesquisa feita pela OMS, 9,3% da população brasileira têm algum transtorno de ansiedade. Nesse sentido, tendo consciência dos riscos propostos à vida com essa doença, como estresse desproporcional e preocupação, a população brasileira ainda não dá a devida importância. Embora o desinteresse ou o adiamento da busca de um tratamento preventivo, ocasiona o aumento do índice de ansiedade.

Ademais, é importante salientar que é de dever do Estado garantir a saúde, conforme o Art. 6 da Constituição Federal de 1988. No entanto, a falta de investimentos para programas de apoio para quem sofre dessa doença, dificulta o acesso para uma saúde igualitária. Além disso, a carência de influência das autoridades sobre os perigos da ansiedade, corrobora com a procrastinação do tratamento.

Por fim, com o intuito de mitigar essa problemática, o Governo Federal deve montar um planejamento estratégico para financiar programas de apoio a quem sofre de ansiedade como também tratamento preventivo gratuito. Cabe também, ao Ministério da Saúde junto com a mídia televisiva aberta produzir e desenvolver propagandas conscientizando sobre a importância do tratamento contra ansiedade. Desta forma, a sociedade gozará dos direitos garantidos na Declaração Universal.