Os desafios no combate à ansiedade na sociedade contemporânea

Enviada em 07/11/2020

Problemas com a saúde mental pode ser considerado o “novo” mal do século. Contudo, a ansiedade e sua profilaxia mostra-se em questão no cenário hodierno. Essa conjuntura configura-se como um preocupante entrave para sociedade e governo na atualidade. Nessa lógica, alguns aspectos são decisivos para exacerbar a crise social, entre eles é possível identificar não só o tabu -criado pela sociedade- em discutir tal tema, como também, a negligência por parte do Estado. Destarte é fundamental analisar as razões que tornam essa problemática uma realidade no mundo contemporâneo.

É importante pontuar, de início, a carência no debate à saúde mental pela população, atualmente. Uma vez que, a ansiedade é uma situação  problema decorrente, principalmente nos jovens que estão em uma importante transição da vida adolescente para a adulta. Haja vista, as preocupações com o futuro acadêmico e profissional , influenciam de forma direta na sanidade mental. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a saúde é um estado de bem-estar físico, mental e social. Desse modo, o indivíduo necessita de uma harmoniosa convivência consigo mesmo, e, socialmente - com o fim de ter sucesso no combate às crises de ansiedade.

Em segundo lugar, vale ressaltar a ausência de medidas governamentais severas, Por isso, o governo deve estimular a discussão sobre a saúde cognitiva, uma vez que, isso não ocorre contemporaneamente e, assim, desfazendo tabus criados - em evidência- sobre tal questão. Logo, com o frequente debate sobre à ansiedade, tal assunto se tornará irrestrito para indivíduos que sofrem tal problema.

Portanto, são necessárias medidas capazes de mitigar tal problemática. Sendo assim, o Governo Federal como instância máxima de administração executiva, deve atuar por meio da criação de leis que obriguem  empresas e escolas, dar acompanhamento psicológico  parra funcionários e alunos, com o objetivo de se tornar frequente a discussão sobre a ansiedade. Também, o Ministério da Educação junto ao Ministério dos Direitos Humanos, deve promover palestras de forma lúdica e adaptada à faixa etária, para crianças com técnicos em saúde mental, a fim da orientação desde o ensino básico, de uma forma menos agressiva de lhe dar com a transição da vida adolescente para a vida adulto.