Os desafios no combate à ansiedade na sociedade contemporânea

Enviada em 21/11/2020

A Declaração Universal dos Direitos Humanos - promulgada em 1948 pela Organização das Nações Unidas - assegura a todos os indivíduos o direito à saúde. Entretanto, devido a insuficiência no ato de incentivar as pessoas que sofrem de ansiedade a procurarem ajuda no Brasil, é nociva. logo, esse direito Universal da ONU é vilipendiado. Em síntese, isso tem fundamento na falta de divulgação incessante sobre o tratamento e por problemas do cotidiano que não são acompanhados por profissionais da saúde.

Deve-se pontuar, de início, que a divulgação sobre o tratamento da ansiedade é de forma omissa. Logo, os indivíduos não procuram intervenção médica. Segundo a Organização Mundial da Saúde, o Brasil está em primeiro no índice de país cuja população mais sofre de ansiedade do mundo. Nessa perspectiva, é imprescindível divulgar o tratamento que é disponibilizado de forma gratuita pelo SUS. Em suma, a divulgação ajudaria os indivíduos a procurarem assistência médica e os dados alarmante da OMS diminuiria.

Vale ressaltar, também, que o estresse é trivial no dia-a-dia, pois fatores como: trabalhar, estudar e dirigir ocasionam isso. Logo, os indivíduos precisam de acompanhamento médico. O Sistema Único de Saúde, o melhor programa de saúde gratuito do mundo, não é explorado por uma parte da sociedade. Ora por falta de informação sobre sua complexidade. Dessa forma, pesquisas e consultas nas residências dos indivíduos devem ser efetuadas, com intuito de passar informações sobre o SUS e ter um diagnóstico prévio sobre a saúde mental.

Infere-se, portanto, que é imprescindível encontrar soluções para combater a ansiedade no Brasil. Nesse viés, cabe ao Ministério da Saúde em parceria do meio midiático: Televisão, Instagram e Rádio que incentive e divulgue sobre o tratamento da ansiedade. Com o objetivo de que os indivíduos procurem intervenção médica e possam se tratar. Dessa maneira, casos de ansiedade no Brasil diminuiria.