Os desafios no combate à ansiedade na sociedade contemporânea
Enviada em 12/01/2021
A meados do século XX, Stefan Zweig, escritor austríaco, veio para o Brasil fugindo do Nazismo, impressionado com sua nova casa, escreveu o livro “Brasil, país do futuro”. Entretanto, quando se observa os desafios para o combate da ansiedade no Brasil, percebe-se que o ideal do autor não está sendo realizado na prática. Sendo assim, pode-se afirmar que a omissão familiar e o medo do uso de medicamentos para tratamento da ansiedade influenciam para esse entrave.
Nesse sentido, é correto afirmar que a omissão familiar serve de impulsionador para esse problema. A família é responsável pela socialização do indivíduo, uma falha nesse processo pode trazer diversas consequencias, em muitos casos, as crises de ansiedade não tem a devida importancia por parte da família. Sendo assim, a família que poderia amenizar o problema, acaba colaborando para a recorrencia das crises.
Outrossim, é lícito afirmar que o medo do uso de medicamentos contribuem para o agravamento dessa problemática. Segunda a Organização Mundial da Saúde (OMS), 9,3% da população brasileira sofre com ansiedade, dessas pessoas, uma pequena porcentagem usa os medicamentos para o controle da doença, causado pelo medo da dependência, de engordar e efeitos colaterais. Tendo como consequência a dificuldade para o tratamento dos indivíduos.
Nesse viés, necessita-se de medidas para mitigar esse acaso. Sendo assim, o Estado deve criar campanhas de conscientização, através de propagandas de TV (em horários estratégicos para maior ambrangência), com o objetivo de alertar a população da gravidade da ansiedade e os demais problemas decorrente da mesma. Além disso, o Ministério da Saúde deve investir em campanhas para combate da ansiedade, por meio de palestras em escolas, disponibilização de psicólogos e medicamentos grátis para a população, com intuito de ajudar os indivíduos. Diante disso, os indivíduos terão apoio para o combate da ansiedade.