Os desafios no combate à ansiedade na sociedade contemporânea
Enviada em 02/02/2021
O número de indivíduos com ansiedade é extremamente grande no mundo contemporâneo. No Brasil, conforme estiamativas da Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2019, 9,3% dos brasileiros, cerca de 18,6 milhões de pessoas, apresentavam esse transtorno. Diante disso, percebe - -se que o combate a tal questão ainda esbarra não só na manutenção de pensamentos intolerantes na sociedade, mas também na ausência de políticas públicas efetivas.
Convém ressaltar, a princípio, que a persistência de um pensar intolerante no meio social dificuldade a erradicação do problema. Segundo o sociólogo Émile Durkheim, a consciência coletiva exerce influência nas crenças e nos comportamentos individuais. De modo semelhante, vê-se que a existência de estigmas sociais em relação às transtornos mentais altera a posição das pessoas frente à ansiedade. Isso pode, por exemplo, dificultar o tratamento eficaz dela. Assim, é perceptível que a manutenção de determinadas mentalidades na sociedade é um desafio ao combate de problemas psíquicos.
Ademais, a falta de políticas públicas impede que tal questão seja integralmente solucionada. Sob esse viés, a Declaração Universal dos Direitos Humanos deve o bem-estar individual e o direito a uma vida digna. Todavia, o Estado, ao não investir em campanhas voltadas ao enfrentamento de pejorativos, como “frescura”, relacionado aos transtornos de ansiedade, impede que alguns têm tais princípios garantidos. Desse modo, é evidente que as autoridades competentes adotar medidas que revertam essa realidade.
Portanto, urge diminuir a influência fatores no mundo hodierno. Para isso, no contexto brasileiro, o Ministério da Educação, em parceria com o Minstério da Saúde, deve transmitir, por intermédio de publicações audiovisuais nas redes sociais, informações acerca da ansiedade, a fim de combater os preconceitos em relação a ela. Tal ação precisa contar ainda com profissionais da área de ensino e psicólogos.