Os desafios no combate à ansiedade na sociedade contemporânea

Enviada em 15/03/2021

A Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 - norma de maior hierarquia no sistema judiciário brasileiro - assegura a todos o direito à saúde e bem-estar em sua totalidade. Entretanto, ao observar a anomalia sociointerativa brasileira, nota-se um aumento no número de pessoas que sofrem por ansiedade. Fato este que ocorre principalmente pelo mundo globalizado, constituido de completude informativa, bem como a má gestação de saúde pública que destituem e dificultam a busca por tratamentos. Desse modo, a fim de buscar medidas contra esses desafios, convém analisarmos suas causas e possível medida.

Diante desse contexto, é indispensável pontuar o excesso de informações acarretado pela imensidão de conteúdos informativos que veicunlam pelas redes. Dialogando com o Pensamento do filósofo francês Jean-Jacques Rousseau, o indivíduo nasce livre, porém encontra-se em um estado de acorretamento pela sociedade, ou seja, a sociedade impõe um padrão a ser seguido diante do cenário, este, em específico, o informacional. Tal fato gera uma complexa relação confusa e sem filtragem de assuntos de cunho notável ao indivíduo. Dessa forma, é incabível que, em um país com as altas taxas de impostos cobrados, não há uma relativa atuação do Estado em gerir medidas que favoreçam os indivíduos na busca de informações sem o acarretamento de transtornos psicológicos.

Frente a esse panorama, é imperativo destacar o descaso Governamental de saúde pública e dos setores do Estado em promover maiores investimentos nos centros que atuam no acompanhamento psiquiátricos dos indívduos que sofrem de ansiedade. Nesse sentido, torna-e evidente que a ausência participativa dos órgãos na esfera fedetiva e estatal ocasiona ou impulsiona o desenvolvimento da ansiedade perante ao cidadão. Com isso, é inaceitável que em um país signatário da declaração dos direitos humanos, o indivíduo não possa gozar do seu direito ao bem-estar social.

Portanto, cabe aos setores de saúde, tais como: Ministério da Saúde, conjuntos estatais e municipais de secretarias de saúde que atuem em soma e criem um plano nacional de amparo social a esses indivíduos acometidos por tal doença mental, este deve ser realizado por meio de fundos federais que disponibilize as instituições e garantam profissionais da área, com o objetivo de que os indivíduos possam estabelecer uma condição de seguridade mental e constitucional e fazer presente seus direitos fundamentais. Espera-se, com isso, um passo adiante a consolidação de um Estado democrático que gere as garantias dos cidadãos brasileiros na contemporaneidade.