Os desafios no combate à ansiedade na sociedade contemporânea
Enviada em 10/10/2021
De acordo com a Organização Mundial de Saúde cerca de 322 milhões de pessoas sofrem com sintoma da ansiedade, um crescimento de 18% em relação ao relatório de 2018. Entre os fatores que promovem e potencializam os números de transtornos psicológicos na atualidade estão os problemas sociais que afligem a população e o aumento do uso exarcebado e inadequado da tecnológia. Diante disso, faz-se necessário gerar o debate social sobre os desafios existentes para assim, minimiza-lós e obter uma sociedade menos angustiada.
Sob essa perspectiva, vale ressaltar que segundo pesquisas realizadas pelo Mindniners a críse econômica e o desemprego são os principais motivos para a ansiedade. Nessa óptica, justifica-se o por que de a OMS classificar o Brasil como a nação com a maior taxa da sua população vítima do conflito interno e, tendo aumentado em 63% recentemente dado que a conjuntura da crise humanitária trouxe ao Brasil mais de 14,1 milhões de desempregos de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estátistica). Diante disso, torna-se evidente a correlação entre os problemas socias e o desenvolvimento da ansiedade.
Além do mais, a partir do advento da tecnológia digital o processo de globalização se tornou ainda mais acentuado, promovendo uma maior troca de dados informacionais e junto uma dependência tecnológica cada vez maior. Diante do fato, a ONU estabeleceu o termo “nomofobia” para designar as pessoas que decorrente do vício de se manter conectados as redes sociais não conseguem se distanciar delas visto que leva a quadros de ansiedade e, posteriormente, perdem a capacidade de socialização. Assim sendo, percepce que uso inadequado da tecnológia por parte da população contribui para o aumento estatistico de transtornos mentais no mundo contemporâneo.
Depreende-se, portanto, que para minimizar os transtornos de ansiedade persistentes na atualidade faz-se preciso que as Instituições de saúde de cada Estado realizem programas de assitência psicológica gratuita a sua população, bem como, promovam campanhas de conscientização por meio de seus canais de comunicação, a fim de buscar um uso positivo e construtivo pessoalmente das redes sociais e, consequentemente, reduzir os crescentes números de ansiedade enfrentados na sociedade contemporânea.