Os desafios no combate à ansiedade na sociedade contemporânea
Enviada em 04/04/2022
A Constituição de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 6, o direito à saúde como inerente todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não vem se reverberado com ênfase na prática quando se observa os desafio no combate à ansiedade na sociedade contemporânea, dificultando, deste modo, a universalização desse direito social tão importante. Portanto, faz-se imperiosa a análise dos fatores qeu favorecem a permanência desse quadro.
Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a ausênsia de medidas governamentais para combater a ansiedade em nosso país. Nesse sentido, pesquisa do “Mindminers” aponta a violência como maior incentivadora dessa condição psicológica. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma quebra no “contrato social”, já que o Estado não cumpre sua função de garantir os cidadão desfrutem de direitos indispensáveis, como a saúde, o que infelizmente é evidente em nosso país.
Ademais, é fundamental apontar o uso exacerbado das redes sociais como impulsionador da ansiedade no Brasil. Isto acontece, pois há manipulação em publicações de fotos, em busca de um “corpo perfeito”. Essas consequências, vai refletir diretamente na maneira como o usuário observa a si próprio, diminuindo a autoestima e aumentando a ansiedade. Logo, é inadmissível que esse quadro continue a perdurar.
Portanto, artistas, como influencers, cantores e jogadores de futebol, devem diminuir os padrões estéticos dos usuários, mostrando um pouco mais de naturalidade em suas fotos, a fim de que as pessoas consigam perceber que até mesmo celebridades não possuem o “corpo ideal”, mas sim, um no qual possui diversas marcas de naturalidade. Assim, se consolidará uma sociedade mais justa e saudável, a qual, o Estado cumpre sua função no “contrato social”, tal como afirma John Locke.