Os desafios no combate à ansiedade na sociedade contemporânea

Enviada em 16/06/2023

A ansiedade é considerado atualmente como o mal do século, no Brasil, cerca de 9,8% dos brasileiros possuem ansiedade patológica, existem diversos fatores para essa “epidemia”, a má qualidade de vida, estresse do dia a dia, com trabalho, problemas familiares, é uma delas, entre os jovens, o uso excessivo de celulares, é a principal causa do transtorno entre essa faixa etária.

As interações familiares conflituosas favorecem a diversos aspectos negativos na saúde mental, se tornando um fator de risco para desenvolvimento de transtornos mentais, especialmente a ansiedade. Nesse contexto, percebe-se que relações familiares são a base para uma boa saúde metal, e viver em um ambiente familiar conturbado gera estresse, e por consequências gerando a ansiedade. Mesmo sendo considerada o mal do século, muitos acreditam que seja apenas uma “bobagem”, esse pensamento vem de uma criação arcaica, de pessoas sem conhecimentos sobre saúde mental e transtornos, que passam para frente na criação de seus primogênitos, pregando cada vez mais que transtornos mentais são apenas “mimimi”.

A fim de esclarecer, o jornal O Globo, públicou em suas mídias sociais uma matéria sobre como as redes geraram uma “epidemia” de má saúde mental entre os adolescentes, muitos jovens declararam que passavam horas “passando o dedo pela tela sem pensar” se comparando com diversas pessoas, se sentindo cada vez piores, gerando diversos sentimentos, que se tranformaram em ansiedade. “Eu me comparava o tempo todo com as pessoas com quem estava saindo…Estava olhando e olhando as redes, e cada vez me sentia pior, o tempo todo me valorizava pelas curtidas que recebia, pelos comentários que meus amigos davam, pelos seguidores que acumulei.” exemplifica Emma Lembke para o jornal O Globo.

Portanto, é essencial uma visibilidade sobre transtornos mentais (principalmente a ansiedade, a qual afeta uma maioria) pela mídia, mostrarem a forma em que elas são prejudiciais para todos os âmbitos da vida, divulgarem mais alertas sobre os malefícios do uso excessivo de telas, como afetam a vida dos adolescentes, tanto a pessoal, como a social.