Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil
Enviada em 06/11/2020
A Primeira Diáspora Grega foi motivada por invasões dóricas em suas terras, então devido às circunstâncias eles foram obrigados a partir. Entretanto, na contemporaneidade há a diáspora de cérebros, ou seja, a emigração dos cientistas brasileiros. Dessa forma, eles se mudam para países estrangeiros devido aos diversos desafios enfrentados para a produção de suas pesquisas, sendo eles a falta de infraestrutura e o baixo investimento. Logo, o combate a estes problemas irá parar êxodo científico.
Primeiramente, a falta de manutenção em equipamentos de laboratório como o freezer, a centrífuga e a capela, são o resultado da falta de investimentos na infraestrutura das universidades brasileiras. Segundo a UNESCO (Organização das Nações Unidas para Educação, para Ciência e Cultura), o Brasil está em décimo terceiro lugar no ranking de publicações científicas, toda via, mesmo apresentando esta colocação o combate à precariedade estrutural existente, fator responsável pela emigração científica em busca de melhores condições de trabalho, é indispensável.
Ao mesmo tempo, não só as baixas remunerações para pesquisadores com mestrado e doutorado, mas também os recursos financeiros limitados para o financiamento das pesquisas são o reflexo do desinteresse de se investir em pesquisa. Assim, esta concepção, pautada no método napoleônico, cuja a prioridade não é o desenvolvimento científico, faz com que os cientistas deixem o país em busca da realização profissional e de recursos para desenvolver às pesquisas. Dessa forma, a importância de se investir em pesquisas é incontestável pra o combate da fuga de cérebros.
Portanto, de acordo com os fatos apresentados sobre a falta de infraestrutura e o desinteresse de investir em pesquisa nas universidades brasileiras é necessário que o governo, por meio do poder público, utilize parte dos impostos arrecadados para o investimento não só da infraestrutura das universidades, mas também no financiamento de pesquisas científicas, a fim de proporcionar melhores condições de trabalho para que assim haja o combate à fuga de cérebros.