Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil
Enviada em 24/04/2020
“Ciência é conhecimento organizado. Sabedoria é vida organizada”. Kant, filósofo moderno, já afirmava nos primórdios da modernidade a importância do saber para a humanidade e, consequentemente, os resultados obtidos por meio dele, como o progresso científico. Indubitavelmente, esse reflexo foi graças ao surgimento de indivíduos capazes de usar a razão para o desenvolvimento mundial, entretanto, a falta de investimentos neles, provoca o “exílio científico” e, em consequência, a decadência da economia do país.
Em primeira análise, o renascimento cultural foi um exemplo da aplicação de recursos em profissionais, isto é, por meio dos burgueses, foi possível a criação de instrumentos essenciais atualmente, como o telescópio, criado pelo astrônomo Galileu Galilei. Este fato contribuiu para a ideia de investimentos científico, porém, o Brasil, nos últimos cinco ano, não valorizou a ideologia, pois, de acordo com o jornal O Tempo, sediado em Minas Gerais, 40,6% de orçamentos em bolsas no Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) caiu. Deste modo, atos como este, provocam a “fuga de cérebros” brasileira e prejudica a economia do país, por meio da escassez de especialistas.
Por conseguinte, a fuga pode ser conhecida como o “exílio científico”. O conceito integra-se na locomoção de profissionais capacitados para países com alto nível financeiro, como os Estados Unidos (EUA), a fim de recursos necessários para seus projetos e pesquisas. Por isso, o país norte - americano, está no top 10 da lista de países com maior Produto Interno do Mundo (PIB) e logo considerado desenvolvido.
Infere-se, portanto, que para uma vida organizada, como abordada por Kant, serão necessárias medidas para conter as mentes capacitados do Brasil. Destarte, cabe ao governo fortalecer o capital de investimento por meio dos recursos de entretenimento disponível, por exemplo os cinemas e e parques, com o propósito de arrecadar fundos com os lucros obtidos. De certo, os fluxos econômicos e a valorização de especialista irá melhorar.