Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil
Enviada em 25/04/2020
Entre os anos 2017 e 2011, a porcentagem de fuga de cérebros no Brasil aumentou quase em 200%. Isso decorre da falta de investimento por parte do Estado nas pesquisas científicas, fazendo com que os pesquisadores procurem países que mais valorizam seus trabalhos. Essa fuga pode ainda acarretar sérios problemas ao país, visto que não há avanço tecnológico e científico.
Por certo, tal fuga ocorre porque não há investimento. Muitos pesquisadores são obrigados a tirar de dinheiro do próprio bolso para investir em suas iniciações científicas, quando deveria haver bolsas de valor suficiente para manter o profissional e investir em seu trabalho, visto que este é seu salário.
Outrossim, essa desistimulação traz impasses financeiros para o país, como a estagnação do avanço científico e tecnológico nacional e a impossibiliade de ascensão econômica, difultando o Brasil a se tornar um país de primeiro mundo. Tais ocasiões estimulam os cientistas a buscarem países interessados em seu trabalho e dispostos a investi-los, sendo os Estados Unidos o principal país selecionado.
Em suma, com o intuito de estimular a pesquisa científica no Brasil e obter avanços econômicos, o Estado deve disponibilizar maior quantidade de bolsas e com aumento de seu valor, além de melhorar a infraestrutura dos locais de trabalho disponibilizando todo material necessário para exercer seu ofício, dando incentivo aos pesquisadores e evitando a fuga de cérebros. Quem sabe, assim, o Brasil se torne um país desenvolvido e de grande reconhecimento científico, tecnológico e educacional.