Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil

Enviada em 05/05/2020

Uma das características mais marcantes dos Estados Unidos é a assimilação de indivíduos altamente talentosos de várias origens, durante a Segunda Guerra Mundial houveram vários cientistas alemães judeus que conseguiram cidadania estadunidense fugidos do holocausto. O Brasil é um dos países que exporta seus intelectuais para os Estados Unidos, os produzimos em demasia e o mercado não os absorve, isso causa grande prejuízo ao país que perde inovação e mão de obra qualificada. Dessa forma há de se instituir um empoderamento do país osbre esse mercado de mão de obra, para ser desenvolvida uma economia que tenha suporte para absorver e integrar os cérebros brasileiros.

Como o maior problema é a fraqueza econômica do país há de se solucionar com métodos de empoderamento econômico. Uma das possíveis medidas é a adoção da cobrança de “royalts” como Cuba fez no programa Mais Médicos. Como o Brasil é um país com economia de mercado não seria justo fazer como Cuba e ficar com maior parte desse montante, mas como é importante considerar essa opção como alternativa justa.

A princípio, uma das principais causas para a fuga de cerébros é a hegemonia internacional sob os países mais pobres. Nesse viés, a obra “Globalização e Geografia” mostra como a globalização tem um caráter supremacista. Essa exploração excessiva denunciada por Miltom Santos, além de enfraquecer o país, busca se alimentar do capital humano produzido por ele, sendo injusto e incoerente do ponto de vista ético e econômico.

Portanto, para termos uma competição econômica mais justa e utilizar os intelectuais que foram educados pela nação, o executivo deve cobrar o legislativo para que sejam aprovadas leis que favoreçam a cobrança de “royalts” usando o Itamaraty para fiscalizar os passaportes e os vistos emitidos pelas embaixadas. Dessa forma todos os países ganham com mais justiça.