Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil
Enviada em 29/04/2020
Jovens universitários estão optando cada vez mais por deixar o Brasil em busca de melhores oportunidades no exterior, quando tratado de suas pesquisas para finalização de curso. De acordo com o blog cidadania e cultura, cerca de 13.066 cidadãos brasileiros emigraram entre 2011 até 2017, a fim de finalizar suas pesquisas com melhores estruturas, visando também a melhor qualidade de vida. Com base nesse viés, é necessário observar os motivos para que esse contratempo não venha a se desenvolver cada vez mais com o passar de seus anos.
É inegável a precariedade do Brasil quando falado em relação a estruturas educacionais, onde nos âmbitos escolares faltam água para o mantimento diário dos alunos no local. Sendo também notório, a ocorrência da falta de verba necessária para o aprimoramento dos laboratórios e investimentos para que os universitários possam estar finalizando e desenvolvendo suas pesquisas científicas.
De acordo com o pensamento do filósofo John Locke, é dever do estado garantir o bem-estar dos cidadãos, que por sua vez, não é o que acontece quando as necessidades para fins estudantis não são supridas. Dessa forma, a falta de qualidade e verbas necessárias para fins da pesquisas estudantis, fazem com que esses estudantes sintam a necessidade de emigrar em outro país, onde, ali ele irá receber o auxílio e atenção necessária para a finalização de suas pesquisas.
Dessarte, faz-se mister que, o Ministério da Educação juntamente com os meios midiáticos criem propagandas como forma de agregar bolsas de investimentos direcionados a fins de ajudar nas iniciações e conclusões de pesquisas científicas e estruturas universitárias. Fazendo assim, com que ocorra cada vez mais o estímulo aos estudos, diminuindo a emigração em outros países e aumentando também a quantidade de profissionais qualificados no Brasil, para que dessa maneira ajude no combate à fuga de cérebros no Brasil.