Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil
Enviada em 29/04/2020
Todo conhecimento implica em poder, como diz o filósofo Friedrich . Entretanto, no Brasil o desenvolvimento científico é extremamente desvalorizado, tornando cada vez maior tipos de migrações internacionais, é a chamada fuga de cérebro. Se torna uma mazela no nosso país e cada dia vem aumentando os números de estudantes que preferem investir em um estudo e trabalho no exterior.
Em uma primeira abordagem, é válido destacar a falta de investimento, visto que os recursos financeiros do governo são má distribuídos com excesso em commodities que são produtos de baixo valor, retornando pouco a economia. Além disso, há corrupção generalizada na esfera pública, como frequente é visto na mídia. Dados da folha de São Paulo mostram que o Governo Federal investem apenas 5% nas pesquisas de universidades publicas. Dessa forma, a má gestão e o pouco investimento dificulta-se o trabalho científico no Brasil, e ocorre há “fuga de cérebros” em que os melhores cientistas nacionais , recebem oportunidades e vão trabalhar em diversos outros países.
Em consequência disso, muitos escritores do século XVIII estudaram medicina ou direito na Faculdade de Coimbra, como o escrito Eça de Queiros. Entretanto a área científica se torna desvalorizada no Brasil, quanto isso os estudantes com um futuro incerto tende a procurar países que vão reconhecer o seu trabalho e ampará-lo, buscando um conhecimento em lugares diferentes, e aplicando melhor sua profissão.
Diante dos eventos supracitados, não é conclusivo que o Brasil nunca venha ter importância em âmbito científico. Exemplo disso é tratamento de médicos da USP faz desaparecer células de câncer,segundo site exame. Mas para tal reconhecimento é necessário que Governo Federal, em parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações forneça melhores condições para pesquisadores brasileiros, ampliando e equipando seus laboratórios. Assim tudo que fazemos implica um ato de exteriorizar o nosso conhecimento como Nietzsche já dizia.