Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil

Enviada em 29/04/2020

Anthony Gibbens,sociólogo britânico,o indivíduo,em um meio social,é um agente reflexivo,segundo a teoria da estruturação.No entanto,ultimamente não está sendo bem assim,principalmente quando o assunto é a fuga de cérebros,em especial,no Brasil e a sua grande perda potencial.Dessa maneira,é importante destacar dois pontos nessa temática:as causas como a ausência de medidas governamentais de auxílio e as consequências para a sociedade.

A princípio,vale ressaltar que sem a quantidade adequada de mão de obra qualificada,faz a nação não avançar em diversos setores urbanos em comparação com os outros países.Isto porque, consoante a Joseph Krutch,escritor americano do século XX,a tecnologia fez nascer grandes populações,a exemplo da Revolução Industrial,na Inglaterra,mas também a tornou indispensável e dependentes para avançar mais ainda.Nesse sentido,nota-se o quanto é importante investimentos governamentais nesses ramos,uma vez que quanto mais um país é desenvolvido,mais a rede urbana é complexa e rápida,porém,para que isso ocorra é necessário engenheiros e profissionais estejam no país de origem e não saiam para o exterior.Logo,possa ser aplicada a teoria do sociólogo alemão,Jurgen Habermas,ação comunicativa,em que as partes,Estado e esses funcionários,entrem em um consenso,por intermédio da conversa.

Outrossim,cabe salientar que a globalização tem um grande papel nesse panorama atual.Acerca disso,de acordo com o filósofo canadense,Herbert Marshall,em sua teoria da aldeia global,a globalização acaba de homogeneizar as culturas,como é o caso dos Estados Unidos.Nesse aspecto,regiões em que são mais ricas economicamente,são os primeiros locais a dar oportunidades aos capacitados em destaque,por exemplo,com incentivo a pesquisas,bolsas de estudo,todo o suporte e ferramentas.Um dado que comprova isso é do jornal Exame,o maior país da América Latina,foi parar na 80º posição de 132 da Competitividade Global de Talentos.Sendo assim, medidas são urgentes.

Infere-se, portanto ,que medidas são necessárias a fim de atenuar esse impasse.Para que isso ocorra,o Ministério da Educação,em coparticipação com o do Trabalho,Ciência e Tecnologia,deve realizar medidas a curto e a longo prazo,como debates sobre esse tópico em escolas e faculdades, tanto públicas quanto particulares,além da distribuição de panfletos informativos em locais com grande fluxo de pessoas,como em shoppings,praças,shows,entre outros.Isso será tangível por meio de parcerias público-privadas,o que auxiliaria no capital. Ademais,a mídia em divulgar esses eventos em canais abertos e fechados,em horário nobre,com a participação dos principais representantes de cada ministério,sociólogos,filósofos e pesquisadores.Então,assim,possa iniciar o processo de reflexão social.