Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil

Enviada em 11/05/2020

Junto com as revoluções industriais o trabalho foi cada vez mais se tornando especializando, uma vez que era necessário entender como  operar e consertar as maquinas. No entanto, muitas vezes as pessoas que se especializam sobre o mercado, não têm um reconhecimento e estrutura para exercer seus conhecimentos em seu País, buscando melhores condições em outros. Esse acontecimento é denominado como fuga de cérebros e é um desafio para o Brasil.

Sobretudo, é indispensável acrescentar que, segundo pesquisa realizada pela BBC Brasil, a “exportação” de pessoas especializadas deriva da baixa estrutura de trabalho local, visto que seus trabalhos não são bem reconhecidos. Isso acontece muitas vezes devido as condições econômicas, financeiras e sociais de cada região, a exemplo o EUA, um País considerado desenvolvido que consegue na maioria das vezes regular seus gastos em todos os principais setores, sendo eles educação, segurança e saúde.

Além disso, é indiscutível complementar que uma das consequências da fuga de cérebros é o lento desenvolvimento dos Países que não reconhecem os talentos de certos trabalhadores, posto que esses ajudarão outras regiões que os reconhecem a se desenvolver. Isso acontece entre muitos locais subdesenvolvidos para o Japão, pois nele os serviços prestados são melhores reconhecidos, resultando em maiores salários e melhores estruturas de trabalho.

Dessa forma, medidas possíveis são essenciais para conter o avanço dessa problemática na sociedade brasileira. Logo, com o intuito de reduzir a fuga de cérebros, necessita-se que o  Estado, a exemplo o Tribunal de Contas da União, disponibilize verbas que, por meio dos Ministérios da Ciência e do Desenvolvimento Regional seja revertida na melhora nas condições de estrutura e reconhecimento dos profissionais especializados.