Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil
Enviada em 14/05/2020
A fuga de cérebros pode ser definida como profissionais especializados em áreas do mercado de trabalho dotados de um alto conhecimento em seu campo profissional, e migram de países pobres ou com poucas oportunidades laborais para centros mais desenvolvidos que carecem de suas habilidades. Desse modo, o país de origem destes imigrantes perde um trabalhador competente. À luz disso, o Brasil sofre com a fuga de cérebros no âmbito científico. Enfim, são essenciais medidas que incentivem e endossem a prática da ciência no país.
Em princípio, é necessário analisar a falta de incentivo e investimento nas pesquisas de universidades federais. Dessa maneira, os cortes de bolsas de estudo e pesquisa resulta em um maior número de viagens só de ida para países que apoiem os estudos. Logo, é primordial que o Ministério da Educação reabra as transações e a abertura de tais bolsas, a fim de assegurar a estadia dos profissionais no território brasileiro.
Outrossim, é relevante considerar os números e estatísticas de outros países em comparação com o Brasil. À vista disso, a Suécia investiu 4% do PIB em ciência, tendo um retorno equivalente à 2,5% da quantia, segundo o Euroscience. Contudo, o governo brasileiro injeta menos de 1% do PIB em projetos científicos. Então, são imprescindíveis projetos de lei que garantam o pagamento de projetos até que eles sejam finalizados.
Portanto, cabe ao Ministério da Ciência e Tecnologia combater a fuga de cérebros. Com auxílio do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas), o corpo docente deve elaborar projetos de lei que sejam promulgados rapidamente, para caucionar a realização da pesquisa científica no Brasil. Além disso, cabe ao Ministério da Educação desenvolver projetos sobre a importância da ciência, a fim de distribuí-lo nas escolas, com intuito de orientar os jovens a seguirem carreiras na área. Por conseguinte, as fugas de cérebros serão minimizadas com eficácia.