Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil
Enviada em 19/05/2020
Fazer ciência é sempre muito importante, e a tragetória de quem quer seguir uma vida como um profissional da área de inovações e tecnologia, pode-se dizer que é cheia de desafios a se cumprir e caminhos de perseverânça. Até que a pessoa se torne de fato um cientista, que já esteja em alguma Universidade, Faculdade, a processos antes, `a alfabetização até a colação de grau.
Por tanto, para que todo esse processo venha a ser realizado foi necessário por trás desse indivíduo toda uma estrutura e preparação, como por exemplo, o governo teve que dar âmparos, no âmbito da educação, as (os) professoras tiveram que ensinar o aluno para que mais a frente ele viesse a passar para alguma instituição de ensino superior. Com base nisso, sem contar com pessoas que conseguiram alcançar a colação de grau, más, passando por muita dificuldade, porque não teve o apoio em que precisa de seu País, para poder aprimorar os seus conhecimentos.
Uma pesquisa realizada pelo jornal “O Globo” com 100 membros da Academia Brasileira de Ciências (ABC), no segundo semestre de 2016, revelou que 23% dos cientistas da organização cogitavam sair do país e 76% reclamavam a falta de apoio do governo às pesquisas.
Então, para que mais cérebros permaneçam no Brasil é preciso que sejá montado uma base de conhecimento dês de cedo em cada indivíduo, nas crianças em quanto ainda pequenas, em sua própria casa em que os pais ou responssáveis a ensinem a gostar de estudar e a mantenha protegida até em que essa criança tenha condições de se manter e continuar seus estudos, cabe também a mídia a influênciar com metas de estudos e, disponibilizar materiais de apoio grátis para o estudante, e o governo é o elemento principal. A fim de que isso ocorra, será necessário o foco em setores estratégicos, investindo mais nos institutos de ensino, facilitar a entrada de pessoas no mercado de trabalho, dando mais oportunidades aos brasileiros, garantir mais bolsas de estudos para alunos que não tenham renda suficiente para desenvolver ciência.