Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil
Enviada em 17/05/2020
Título: O futuro depende de mudanças no presente.
A expressão “fuga de cérebros” está ligada aos profissionais especializados em áreas do mercado de trabalho com um alto conhecimento em seu campo profissional, e que migram de países pobres ou com poucas oportunidades laborais para centros mais desenvolvidos que precisam de suas habilidades.
Os profissionais que possuem mais habilidades em suas áreas são atraídos por trabalhos no estrangeiro, tendo acesso a melhor remuneração, benefícios e reconhecimento, e também a oportunidades de se desenvolverem pesquisas, tecnologias entre outras coisas.Como os Estados Unidos, por exemplo, que são grandes captadores de cérebros, mesmo tendo um grande número deles em seu território.Estão atrás de novas oportunidades que serão melhores para cada um,com novos meios de sustentação.
Já o país que perde tais cérebros perde ao mesmo tempo um grande potencial de inovações, desenvolvidas por seus nacionais, mas para uma outra nação. Isso é a causa de enormes danos à economia e ao desenvolvimento de países pobres, que precisam desses profissionais, e poderiam fazer uso de seus conhecimentos. O Brasil, apesar de não ser um grande “fornecedor” destes cérebros, sofre também com o problema no setor de cinematografia e produção gráfica. Alguns dos grandes fenômenos de bilheteria de outros países estão recebendo cada vez mais a contribuição de brasileiros, como o que aconteceu no filme Matrix.Assim, o desafio de várias nações atualmente está em manter esses profissionais em seus próprios países, impedindo a tal “fuga de cérebros”, danosa não só para o desenvolvimento de nações mais pobres, mas que contribui ainda para aumentar as desigualdades já grandes entre os vários povos do mundo.
Para conseguir impedir a “fuga dos cérebros” é imprescindível a adoção de políticas que tornem o país “doador de cérebros” um atrativo,um pólo de inovações científicas e tecnológicas. No caso do Brasil, é visto logo de cara a falta de conexão entre as universidades e o mercado de trabalho e indústrias em geral, realidade diferente do das economias desenvolvidas.Com tudo,as universidades e centro educacionais precisam criar meios de inserir uma nova política de estudos,que vai incentivar mais o estudantes e profissionais a conseguir atingir um nível mair de conhecimento,possibilitando assim,no futuro,garantir novos cérebros capacitados de inovar nos meios tecnológicos e científicos.