Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil
Enviada em 18/05/2020
Policarpo Quaresma, protagonista de Lima Barreto, tem como característica mais marcante um nacionalista ufanista, acreditando em um Brasil utópico. Entretanto, o descaso com o à fuga de cérebro, torna o país ainda mais distante do imaginado pelo personagem. Nessa perspectiva, seja pela falta de oportunidade, seja pela falta de infraestrutura do investimento em ciência, o problema permanece silenciosamente, que afeta grande parte da população e exige uma reflexão urgente.
Primeiramente, é válido ressaltar que a oportunidade oferecida por outros países são mais bem aceitas pelos brasileiros. Nesse sentido, segundo o Jornal da USP, devido aos cortes de investimentos por parte do Estado, os pesquisadores sofrem dificuldades em desenvolverem projetos. Dessa forma, esses cientistas emigram para países, a qual valorizam seu conhecimento.
Além disso, é imprescindível destacar que o precário investimento em ciência e tecnologia acentua a emigração. Por conseguinte, isso é explicado pela a Gazeta do Povo, no qual são levantados um dos motivos da fuga de cérebro, como a indústria não é voltada para a produção acadêmica. Com isso, os investigantes são negligenciados, que consequentemente, não conseguem manter seus laboratórios.
Portanto, são necessários medidas para mitigar essa problemática, para isso urge ao Estado investir em ciência e tecnologia e buscar incentivar os jovens profissionais a produção de projetos, a fim de ofertar aos pesquisadores o suporte para atuação, para que seja reduzida a fuga de cérebro do país. Logo, só assim, observa-se-ia uma nação especializada.