Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil
Enviada em 24/08/2020
Durante o século XIX ocorreu uma grande imigração de italianos e alemães para o Brasil, com o objetivo de conseguir uma vida melhor na agricultura. Já no mundo hodierno, tal comportamento perdura, entretanto o motivo dessa migração são fatores ligados à educação, recebendo o nome de fuga de cérebros. Diante disso, é indubitável que as condições precárias no ensino, somado com a falta de investimento, são motivos que colaboram com à fuga de cérebros no Brasil.
Em primeiro plano, a falta de verba no sistema de ensino brasileiro impossibilita que os estudantes tenham acesso a diversos materiais, que em países mais desenvolvidos -como Estados Unidos, Japão e Alemanha- conseguem usufruir. Nesse sentido, é visível que países com industrialização tardia, como o Brasil, não estão no processo de desenvolvimento de novas tecnologias científicas, consequentemente ocorre menos investimento monetário, fazendo assim que ocorra uma fuga de cérebros. Logo, é necessário que haja mais investimentos na educação, por parte do Ministério da Educação.
Ademais, as condições precárias na área de pesquisa contribui para o aumento de emigração de universitários, para lugares melhores. Essa ação não é observada somente hoje, durante o período Paleolítico o homem mudava-se constantemente para espaços melhores, a fim de ter um bem-estar. Nesse sentido, pode-se dizer que a fuga de cérebros ocorre devido às boas condições de alguma área ofertada em outro país. Desse modo, portanto, é necessário melhorar as condições da educação no Brasil.
Portanto, para que a falta de investimento e as condições precárias deixem de ser um imbróglio, alguma medida deve ser tomada. Cabe ao Ministério da Educação (MEC) -órgão responsável pelo sistema de ensino- ofertar melhores materiais para a área de educação e pesquisa, por meio de mais investimentos, a fim de que se tenha melhores condições para novas descoberta. Somente dessa forma, irá ser combatida à fuga de cérebros no Brasil.