Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil

Enviada em 25/05/2020

O termo “Fuga de cérebros” caracteriza a saída de pessoas de um país, em busca de melhores oportunidades em outros. Bem como, essa fuga ocorre no Brasil e grandes cérebros, estudantes, pesquisadores e afins, preferem sair daqui para terem mais estrutura em outros países, garantindo a melhor formulação de seus estudos e pesquisas. Logo, este fator acaba sendo um desafio prejudicial que o país enfrenta, pois afeta diretamente no crescimento da ciência, já que os estudos e estudantes não tem apoio aqui, e necessitam de uma fuga para ter sustentação e apoio em seus princípios.

Em primeiro plano, é importante ressaltar o quão prejudicial esse fator é para a ciência no Brasil, pois o desenvolvimento científico está exigindo recursos cada vez mais importantes para a continuidade de seu avanço, recursos que não são encontrados aqui. Assim, é causada uma frequente fuga de cérebros do país, porque buscam melhores estruturas em outras regiões, enfraquecendo os estudos e pesquisas aqui. Segundo o artigo publicado pelo site Scielo sobre “A questão da ciência no Brasil”, o investimento em ciência vem caindo drasticamente e hoje corresponde a cerca de US$ 10 - 15 per capita/ano.

Ademais, é necessário frisar que o mundo está se desenvolvendo e o Brasil não está conseguindo acompanhar. Logo, essas fugas de cérebros ocasionaram na queda do país para o 80º lugar no ranking global, com base nos dados divulgados pelo site Exame, “País recuou 8 posições, segundo estudo divulgado em Davos. Lista, que tem de 132 países, é liderada por Suíça e EUA”. Dessa forma, Eduardo Farias Sanches é um dos brasileiros que realizou essa fuga e relata, “Fico muito triste com essa situação, ao ver que muitos bons pesquisadores não terão um horizonte razoável no Brasil. Infelizmente para o país, a tendência é essa debandada aumentar”, segundo o site BBC.

Portanto, com base nos fatores apresentados, é possível perceber que a ciência no país acaba não tendo suas devidas estruturas, garantindo que o desenvolvimento científico não ocorra. Cabe ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), implementar melhores recursos a ciência, recursos fixos destinados diretamente a instituições, faculdades e outros meios de desenvolvimento de pesquisas todos os meses. Assim, garantiria o desenvolvimento científico e as pesquisas teriam total infraestrutura, fora que influenciaria antigos e novos pesquisadores a entrarem  e continuarem nesse meio, despertaria o interessa da sociedade, gerando novas pessoas nessa área, ajudando o país a ter um progresso e evitaria fugas de cérebros.