Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil

Enviada em 24/05/2020

Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil

A fuga dos cérebros se refere a fuga de pessoas especializadas em coisas importantes, como médicos, advogados, engenheiro, um bom pedreiro, um carpinteiro excelente, algum técnico, e isso ocorre em vários níveis, tanto em nível municipal, como estadual e nacional. É comum que pessoas que saiam de cidades pequenas saiam, e devido a falta de oportunidades, não voltam. A nível nacional isso é ainda mais graves, pois essas pessoas fogem por conta da perseguição por raça, cor, sexualidade, gênero, ou por guerras. A falta de oportunidade é um fator decisório na fuga dos cérebros, sendo considerado o maior de todos, é dito que os cérebros se concentram nas cidades grandes. Entre os principais entraves para atrair potenciais cientistas ao meio acadêmico estão os baixos valores das bolsas e o futuro incerto da carreira. “Os pesquisadores são considerados estudantes por um longo tempo, já em sua idade adulta; é preciso quebrar esse paradigma e tratá-los como profissionais”, disse connerade

Outro desafio apontado por Connerade é aumentar o investimento do produto interno bruto (PIB) europeu em ciência e tecnologia para 3%, esperando-se que 2% desse total seja proveniente do setor privado. A experiência da Suécia, que investiu na área mais de 4% de seu PIB em 2003, mostra que são padrões viáveis para a região.

Estratégia para impedir fuga de cérebros A evasão de cientistas formados em países do terceiro mundo, que emigram em busca de melhores condições de trabalho, também preocupa os governos das nações mais desenvolvidas. A perda desses cientistas, que representaram significativo investimento em sua formação, e personificam possibilidades de desenvolvimento social, econômico e tecnológico em países como o Brasil, por exemplo, hoje é um problema generalizado.