Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil
Enviada em 31/05/2020
“No filme “O Rei do Show” de Michael Gracey é retratado sobre um showman, chamado P. T. Barnum, cujo em um momento de sua vida teve que sair de sua cidade, com suas filhas e esposa, a procura de uma vida melhor, para si e sua família. Fora a ficção, é fato que a realidade apresentada no filme pode ser relacionada com a realidade de muitos brasileiros. De acordo com o blog “Cidadania e Cultura” o Brasil está perdendo cada ano mais profissionais, no qual poderiam estar agregando para o desenvolvimento do país, como no ano de 2017 cujo em média 21.000 profissionais deixaram o país. O Brasil é dominado por uma visão anacrônica a qual desestimula a inovação e “crescimento” do país. De maneira que a prestação do serviço educacional oferecido a os estudantes gratuitamente não são muito boas.
Contudo examinando a perda de “cérebros” do país pode se associar diretamente com o público de classe média, com renda mensal entre R$ 5,7 mil e R$ 23,8 mil, formado em média por 16,7 milhões de famílias, de acordo com a pesquisa feita pelo IBGE. Buscando uma vida melhor, com novos valores e educação no exterior. Para os menos afortunados que não tem essas condições de educação no exterior ou pagar uma escola ou universidade privada no Brasil, é oferecido um serviço educacional público, cujo para alcançar seu objetivo final é preciso muito esforço e um “forte” psicológico para sua caminhada, poi nas universidades, na qual são muito competidas, tendo diversos obstáculos como frequentes greves e protestos (atrapalhando o ensinamento de seus alunos).
Conforme o Unicef, 32 milhões de crianças e adolescentes em condição de pobreza estão assim porque são monetariamente pobres e/ou estão privados de um ou mais direitos básicos como a educação, por diversos motivos, como exemplo o trabalho infantil. Esta porcentagem da população é infelizmente “descartada” para ajuda do desenvolvimento do país.
Levando em consideração esses aspectos observados seria de suma importância que o Ministério da Educação brasileira considerasse a situação e investisse na melhora da educação brasileira, abrangendo a melhora todas classes sociais e econômicas. Desenvolvendo um sistema no qual ajudaria os mais pobres a terem acesso a uma boa educação, assim criando “novas gerações” que ajudariam no desenvolvimento do país. Como consequência da melhoria da educação também melhoraria a “visão” que a sociedade tem sobre o Brasil, assim atraindo mais os estudantes e dando uma esperança que se pode ter um futuro melhor.