Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil

Enviada em 01/06/2020

Na sociedade brasileira do século XXI, é perceptível a maior incidência do fenômeno chamado “fuga de cérebros”, em que profissionais e cientistas altamente qualificados em suas áreas migram para outros países onde suas pesquisas são valorizadas.No Brasil, tal fato ocorre devido a falta de equipamentos laboratoriais e a falta de investimentos nas áreas da educação e ciência. Portanto, são necessárias medidas que reduzam a saída de estudantes para o exterior.

De acordo com a pesquisa feita pelo site “Gazeta do Povo”, uma das grandes questões que explicam a fuga de cérebros é a falta de equipamentos e peças de suporte a laboratórios. Os utensílios laboratoriais adquiridos no exterior possuem altos custos e muitas vezes, são retidos na alfândega, o que atrapalha e retarda o processo de pesquisas.

Outrossim, é válido ressaltar que a escassez de investimentos nas áreas educacionais e científica brasileira aumenta os casos de declarações de saídas definitivas do Brasil. A falta de verbas providas pelo governo e o desinteresse coletivo de empresas privadas em custear o desenvolvimento de pesquisas e trabalhos nas universidades desmotivam cientistas e estudiosos a seguirem carreira no país.

Portanto, são necessárias propostas que atraiam o interesse dos estudantes em permanecerem no Brasil. Logo, é dever do Ministério da Ciência, promover maiores investimentos na área de pesquisa e tecnologia, por meio do financiamento de indústrias brasileiras voltadas para a produção de utensílios laboratoriais. Além disso, as instituições de ensino superior, juntamente com plataformas comunicativas, como rádio, televisão e internet, devem divulgar pesquisas e campanhas científicas, com o objetivo de aumentar o interesse das redes privadas em financiar projetos científicos. Seguindo essas diretrizes, o país melhorará o seu potencial científico e tecnológico.