Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil

Enviada em 25/05/2020

Tem sido demonstrado constantemente, que para se ter um futuro promissor como a maioria das pessoas almeja é preciso que o país invista em educação, isto é uma variável muito importante, porém temos diversos problemas, como o corte de investimentos na educação e desvalorização da ciência e da tecnologia.

Ademais, o Brasil vive em uma realidade econômica desfavorável e em crise, e ao invés de se aumentar os investimentos na ciência e tecnologia do país como um grande instrumento para combater a crise que o país enfrenta, é feito o corte destes investimentos, além disso os pesquisadores acabam sendo interrompidos com suas pesquisas o que os faz emigrarem para países onde é se tem os investimentos valorizados, o que chamamos de “fuga de cérebros”.

Todavia, essa deslocação de pesquisadores acaba contribuindo para uma extrema preocupação no Brasil, afinal acaba comprometendo o desenvolvimento e o futuro do país, segundo a (OCDE) organização para a cooperação e desenvolvimento econômico , apenas 0,2% da população brasileira possui doutorado, enquanto a média dos países pertencentes à organização é de 1,1%, ou seja, se a migração não parar acabara tendo uma porcentagem ainda menor ao passar dos anos.

Em resumo, é importante a restauração imediata das verbas das agências de fomento: CNPq, coordenação de aperfeiçoamento de pessoal do ensino superior (Capes), financiadora de estudos e projetos (Finep), fundações estaduais de apoio a pesquisas e outras. Lutando contra essa insanidade, interrompendo assim essa verdadeira calamidade que é a fuga de cérebros no Brasil.