Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil

Enviada em 25/05/2020

É notório que a fuga de cérebros aumenta cada vez mais ao passar do tempo. Muitos estudantes, pesquisadores e doutores saem definitivamente do seu país de origem em busca de melhores oportunidades em países em que a ciência é mais valorizada. Claramente, o Brasil apresenta um caráter desfavorável à ciência, em que há o incentivo à mediocridade, além disso, o país não costuma prezar por seus talentos e profissionais qualificados.

Em primeiro plano, o Brasil apresenta um caráter desfavorável à ciência, desestimula a inovação, desperdiça recursos e não demonstra esperança aos jovens talentosos do país, ou seja, o país encontra-se dominado por uma visão que é contrária ao que é moderno e correto nos dias atuais. Nesse mesmo contexto, de acordo com a página digital Monitor Mercantil, o investimento nacional em ciência retrocedeu 20 anos, com a presença de graves consequências para o desenvolvimento social e econômico brasileiro, em análise ao primeiro ano de presidência do governo Bolsonaro.

Ademais, a nação não preza por seus talentos, ou seja, não demonstra valor aos seus profissionais qualificados, o que faz com que pesquisadores e cientistas se sintam menosprezados e busquem melhores oportunidades. Desse modo, a nação apresenta a visão de que a população não entende a importância dos pesquisadores e da ciência para o desenvolvimento de diversas áreas do país.

Portanto, conclui-se que a ciência é vista como assunto de pouca prioridade para o governo, o que causa a desenvolução do país e é um problema que precisa ser solucionado. Sendo assim, o Ministério da Educação deve demonstrar uma valorização à ciência e às pesquisas para o progresso da nação, especificamente à ciência de ponta, por meio de palestras que abordem temas em que há a demonstração de como a ciência pode auxiliar na evolução de questões sociais e econômicas de um país. Outrossim, o governo deve fortalecer o Ministério da Ciência, tecnologia e Inovação (MCTI), por meio da exaltação da necessidade de possuir grandes profissionais da ciência no Brasil, com a oferta de melhores benefícios ao trabalhar no próprio país em comparação ao trabalhar em um país estrangeiro. Além do esclarecimento de que, o Brasil ficará cada vez mais abandonado, frágil e não se desenvolverá como deveria se muitos profissionais saírem do mesmo.