Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil
Enviada em 28/05/2020
Uma das principais características que marca o desenvolvimento de um país é a qualificação de seus trabalhadores e pesquisadores, e a partir disto, o país consegue utilizar seus recursos de maneiras mais eficazes e eficientes. Por outro lado, quando não há incentivo para tal, diversos profissionais capacitados decidem procurar melhores condições para o desenvolvimento em outros países. Este fenômeno é chamado de fuga de cérebro, e o Brasil é um dos países mais afetados com isso.
Primeiramente, para a realização de uma pesquisa, é necessário incentivos para seu desenvolvimento, há requisitos de altos fundos monetários, no qual o pesquisador nem sempre dispõe do valor requisito. No Brasil já ocorreu diversos casos que o pesquisador não recebeu incentivo dos institutos que realizava sua atividade, e dessa forma, muitos tiveram que gastar dos próprios fundos para realizar sua pesquisa.
Ademais, de acordo com a Receita Federal, de 2013 à 2017 o número de declarações de apenas saída para os Estados Unidos chegou duplicar. Portanto, torna notório que há um grande crescimento com o passar dos anos. Os Estados Unidos é um dos principais destinos por ter diversas empresas e institutos que incentivam, como o Vale do Silício, no qual há diversos profissionais talentosos, e a maior parte não é estadunidense.
Por certo, é necessária a tomada de medidas perante a fuga de cérebros, que há grande tendencia de crescimento. Portanto, urge-se que o ministério da educação junto do governo busquem incentivar seu povo capacitado por meio de redirecionamento de verba para institutos, de modo a garantir infraestrutura para pesquisas, e deste modo atenuar a ocorrência do fenômeno.