Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil
Enviada em 28/05/2020
O Brasil possui um vasto território para milhares de brasileiros com formação e talento que chamam atenção para outros países, pelo qual oferecem melhores condições e oportunidades. Por consequência, profissionais especializados que são fundamentais para desenvolvimento de pesquisas migram para o exterior. Tal fato é evidenciado pela falta de investimento do Governo e a mentalidade do público.
Em primeira análise, segundo uma pesquisa feita pelo Fernando Nogueira Costa, informou que 21,236 profissionais qualificados deixaram o país para buscar apoio financeiro e infraestrutura de qualidade para trabalhar nos Estados Unidos. Nessa perspectiva, preza a relevância no investimento em pesquisa e tecnologia para o crescimento do país. Enquanto, no Brasil, cientistas estão gastando o próprio dinheiro para continuarem as suas pesquisas.
Ademais, em entrevista para Gazeta do Povo, o cientista Dayson Friaça Moreira diz que teve que ouvir muito a frase “você só estuda, não trabalha”. Nesse sentido, é perceptível que a população não valoriza pesquisadores. Desse modo, várias áreas científicas diminuirão, assim, educadores terão menos conhecimento. Nesse cenário nefasto, sem investimentos, sem incentivos, será feita ciência de baixa qualidade e o Brasil dependera de outros países e se torna importadora de tecnologia.
Portanto, é notório os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil articulam-se na ausência de estímulo para brasileiros com doutorados e mestrados e a população alheio da importância deles. Dessa maneira, por intermédio do Legislativo e Executivo, é necessário criar leis de incentivos e investimento em educação. Por meio de campanhas públicas de valorização da ciência e dos cientistas. Com efeito de cientistas obterem melhores oportunidades, que proporciona o processo e o desenvolvimento do país.