Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil
Enviada em 27/05/2020
No último capítulo da série Elite, a personagem Nádia, está saindo do seu país de origem para pertence a uma nova instituição de ensino superior em Londres. Semelhantemente a jovem, vários estudantes brasileiros emigram do país em que pertencem, para praticar seus cargos em outros continentes que consequentemente, possuem um alto índice de desenvolvimento. O majoritário grupo de intelectuais sofrem de uma regra geral, presente em todo território brasileiro. A falta de investimento do governo em suas funções. Decorrente dessa regra o Brasil não possuirá a capacidade de se autodesenvolver.
Certamente, há falta de recursos para obter, materias necessários, um ambiente propício, e auxiliares para a possível desenvoltura principalmente de novas descobertas na área da saúde. Visto que essas pesquisas são de importância coletiva, na qual, o governo é responsável de proporcionar condições de vida melhores baseadas em pesquisas e fatos ou seja na ciência. Porém o governo foi contraditório no corte de verbas de faculdades federais, em 2019, a quantia retirada era utilizada para a limpeza do local.
Portanto se o ciclo continuar, o nosso país não se desenvolve totalmente, sem outras influências. Segundo teorias de Aristóteles, a inteligência humana é a única forma de se alcançar a realidade e a verdade. Desse modo, os países que obtiverem nossos talentos nacionais, possuem de forma rápida todos os benefícios propostos pela nossa inteligência humana, incluindo a verdade. Consequentemente o Brasil utilizaria uma grande porcentagem das riquezas armazenadas, para aproveitar dos benefícios que os países desenvolvidos mercantilizam. Sem dúvida, o establishment precisa erradicar o impasse, a partir do investimento e implantação de materiais inovadores, da retribuição a esses pesquisadores e estudantes, e a vigília para garantir que o ambiente estivesse em qualidades adequadas a uso.