Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil

Enviada em 01/06/2020

O número de pessoas com formação superior concluída que migra de um país para outro em busca de melhores condições de trabalho sempre existiu e no Brasil ganhou grande proporção, o que caracteriza a fuga de cérebros. Muitas pessoas, quando migram de seu país de origem é devido à falta de oportunidade no mercado de trabalho o que pode trazer diversas consequências para seu país de origem.

Primeiramente, as pessoas que migram do Brasil para outros países fazem isso pelo fato de não existirem investimentos o suficiente para se manterem em suas áreas de trabalho, e então, como solução, acabam ficando em um país que não seja o seu de origem. Um ótimo exemplo é Dayson Friaça Moreira, pois ele tentou voltar para o Brasil, mas devido à falta de recursos de investimentos em sua área de trabalho e devido ao país estar em crise política e econômica, resolveu ficar na Califórnia, “achei melhor ficar por aqui e aceitar a promoção e aceitar a promoção que meu chefe dos Estados Unidos tinha me proposto para me manter aqui”.       Posteriormente, as consequências que o Brasil enfrenta são imensas, pois quando se perde uma pessoa com formação em uma determinada área, o país não está perdendo somente uma pessoa qualificada para um determinado trabalho, como também perde alguém que poderia criar ideias inovadoras e transformar o país e essa oportunidade acaba no país para onde migraram.

Portanto, é inevitável pensar em medidas que o país poderia tomar para evitar a fuga de cérebros. Como solução, o Brasil poderia passar a investir em recursos para profissões mais técnicas, como também investir na educação para que não faltem pessoas qualificadas no mercado de trabalho. Além disso, seria possível aproveitar a situação que a pessoa criou com o país em que se estabeleceu e com a empresa em que trabalha, através do vínculo com essas pessoas e com suas respectivas empresas para que, além de negócios, haja troca de experiências.