Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil

Enviada em 31/05/2020

Em busca de mudança

Consoante ao líder político, Nelson Mandela, “A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo”. Em outras palavras, a educação, certamente, é um fator determinante para a evolução de uma nação. Contudo, no Brasil, a permanência de um sistema educacional deficitário e a ausência de reconhecimento e investimento em profissionais e institutos nacionais, propiciam a fuga de cérebros.

Em uma primeira análise, vê-se que a existência de um ensino desvalorizado, sem incentivo à ciência e tecnologia, está entre as causas para a fuga de cérebros. Dessa forma afetando no desenvolvimento interno brasileiro, que permanecerá imerso em uma cultura anacrônica ao avanço nacional. Nesse sentido, infere-se que a fuga de cérebros é um mal a ser combatido no Brasil.

Outrossim, cabe salientar, que a ausência de investimento e reconhecimento, principalmente direcionado para o ramo cientifico e tecnológico, também é motivo para a vicissitude. Essa problemática está crescendo ao longo dos anos, de acordo com gráficos de declarações de migração anual, mais de vinte mil pessoas saíram definitivamente do país. Sobretudo, em busca de condições mais favoráveis para a realização de seus respectivos trabalhos.

Parafraseando Nelson Mandela, para que se viabilize a evolução de uma nação, destarte, faz-se necessário que o governo em parceria com as escolas, por intermédio de incentivo educacional e investimento em ciência de ponta, promova direcionamento monetário para as áreas de inovação e amplas campanhas, as quais incluam aulas voltadas ao meio científico e tecnológico. Nessa perspectiva, o intuito de tal medida deve ser a erradicação da fuga de cérebros e, consequentemente, promover o avanço em território nacional.