Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil
Enviada em 04/06/2020
O Brasil é um país rico em sua natureza, sendo um lugar com os mais variados tipos de espécies animais e vegetais do mundo. Porém, possui grandes desafios no combate à fuga de cérebros dentro de seu território, tendo dificuldades de desenvolver seu potencial farmacológico, além de não manter seus pesquisadores e médicos mais talentosos.
Outrora, em 1940, Sérgio Ferreira, farmacologista brasileiro, iniciou suas pesquisas no que viria a ser o primeiro remédio para tratar da hipertensão, usando como base o veneno da cobra “Jararaca”. Infelizmente, em 1960, ele deixou o Brasil e teve suas maiores descobertas em outro país. Trazendo esse fato para a atualidade, é notável que ainda hoje não há a devida atenção para pesquisas brasileiras, fazendo com que, por muitas vezes, os próprios indivíduos ou equipe sejam obrigados a financiar sua iniciativa, construindo um país que não aproveita seus próprios “frutos”.
Em a relação a isso, a Receita Federal divulgou dados que mostram um aumento de mais de 15 mil casos, todos são indivíduos que decidiram deixar o Brasil em busca de melhores condições no exterior. Tal fato, aplica-se aos melhores doutores e jovens talentos do país, esses sabem da maior atenção que receberão por suas pesquisas, além do investimento fundamental. Ademais, uma nação contemporânea e sem grandes desenvolvimentos em suas áreas de pesquisa, acaba sendo colocada para trás, por mais que os investimentos sejam caros, são compensados.
Considerando o que foi observado, nota-se os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil. Dessa maneira, para combater estes problemas, o Estado deve iniciar investimentos em talentos potenciais e doutores, fortalecendo as pesquisas em universidades com o dinheiro público. Também deve promover a conservação da natureza brasileira, utilizando dela somente para fins científicos e farmacológicos. Em virtude disso, o Brasil irá conseguir crescer como potência financeira e tecnológica.