Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil
Enviada em 12/06/2020
No ano de 2020, as cientistas da USP (Universidade de São Paulo) Jaqueline de Jesus e Ester Sabino realizaram o sequenciamento do genoma do Coronavírus, vírus que ocasionou uma pandemia global no mesmo ano. Além dessas, o Brasil possui vários outros pesquisadores, porém, está cada vez mais os perdendo, pois esses estão indo exercer suas profissões em outros países. Tal problemática, conhecida como uma “fuga de cérebros”, gera no Brasil uma falta de tecnologia de ponta e de inovações no campo científico. Assim, surgem desafios para o país conseguir combater esse problema, como o aumento de investimento na ciência.
A priori, é possível dizer que o Brasil, devido à fuga de cérebros, apresenta uma tendência a encontrar dificuldades em relação ao desenvolvimento econômico. Isso ocorre por causa da redução de mentes para realizar pesquisas científicas e avanços tecnológicos, o que acarreta um déficit no quarto setor econômico do país, que é responsável por elevar a economia de um país, pois não há produção e inovação nessa área. Diante disso, um grande atraso ocorre no país e esse se mantém refém de matérias primas e de importação de tecnologia para sustento. Além disso, não ocorre a renovação de pesquisadores e professores, o que rebaixa o nível do país no tocante ao seu intelecto. De tais modos, a fuga de cérebros não ocasiona progresso no Brasil, o que gera dificuldades para o país superar tal cenário.
Por conta dos problemas citados, o Brasil se encontra em uma situação de alerta para vencer as dificuldades desse tema. Dessa forma, é necessário o aumento de investimento em tecnologia, ciência e cultura para a criação de um ambiente favorável à prosperação desses setores. Isso pode ser feito pelo governo, ao ser realizado aplicação de capitais e incentivos fiscais nas academias e centros de pesquisas, o que irá gerar uma valorização dessas esferas. Ao realizar tais feitos, o aumento de contratações ocorrerá e, assim, a concorrência com outros países que oferecem programas de atração de talentos e bolsas pode se equiparar, já que, devido a isso, houve um acréscimo de mais de 150%, de 2011 para 2018, no intercâmbio de pessoas, segundo a Receita Federal. Com tais medidas, a fuga de cérebros poderá ser superada e o Brasil enfrentará bem as consequências desse fenômeno.
Destarte, o desafios no combate à fuga de cérebros é o aumento de investimento nessas mentes pensantes para fazê-las permanecerem nos Brasil. Portanto, é de suma importância que o governo brasileiro em parceria com empresas privadas permita um ambiente favorável à pesquisas e tecnologia, ao adicionar capital nas faculdades e centros acadêmicos, a fim de gerar produtos de alta qualidade e tecnológicos para os investidores.